Gonçalo Rodrigues não vai manter-se no comando da equipa do Paredes Rota dos Móveis na próxima temporada.
O técnico e a Direcção do clube do Vale do Sousa reuniram-se há cerca de um mês e as partes não chegaram a acordo. “Não houve convergência de ideias relativamente à próxima época”, afirmou ao CHLORUS Gonçalo Rodrigues. Os jogadores já têm conhecimento da decisão.
O treinador paredense considera que, ao longo da época, dispôs de “boas condições de trabalho” e que “a disponibilidade das pessoas da Direcção foi total”, mas foi “um ano cansativo”.
Questionado sobre a possibilidade de abraçar um novo projecto na próxima temporada, Gonçalo Rodrigues refere que não tem nenhuma proposta.
O Paredes, que participou na Taça LEN no início da época, falhou o apuramento para o «play-off», não indo além da quinta posição. Na Taça de Portugal, a formação nortenha ficou pelo caminho nos oitavos-de-final.
Segundo o que o CHLORUS conseguiu apurar, a Direcção da secção paredense convidou o técnico “Queirós”, do Gondomar Cultural, que terá recusado a proposta. O nome mais forte para suceder a Gonçalo Rodrigues poderá passar pelo regresso de Francisco Lima, que esteve na piscina de Recarei no passado sábado a assistir ao jogo frente ao Salgueiros.
O CHLORUS sabe também que José Cunha, do Lousada Século XXI, melhor marcador da 2.ª Divisão, terá já chegado a acordo, para a próxima temporada, com os paredenses que sondaram ainda os gondomarenses Rui Ferraz, Armando Rodrigues e Ricardo Pereira, este último também cobiçado pelo Salgueiros, clube onde esteve a treinar há duas temporadas mas que não se conseguiu impor.